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	<title>e-Castanho Informática e Idiomas</title>
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	<description>Onde língua e linguagem se entendem!</description>
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		<title>Site do Ministério da Cultura utiliza WordPress</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 18:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Castanho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O site Webinsider (que também utiliza a tecnologia Wordpress) publicou uma matéria informando que o Ministério da Cultura adotou o Wordpress como CMS. O portal foi lançado no mês passado e desenvolvido pela própria equipe de desenvolvimento web do Ministério da Cultura.
Essa é a prova de que é possível utilizar o Wordpress em pequenos e grandes projetos.
Parabéns ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site <a target="_blank" href="http://webinsider.uol.com.br">Webinsider</a> (que também utiliza a tecnologia <a target="_blank" href="http://www.wordpress.org">Wordpress</a>) publicou uma <a target="_blank" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/12/04/ministerio-da-cultura-adota-o-wordpress/">matéria</a> informando que o <a target="_blank" href="http://www.cultura.gov.br">Ministério da Cultura</a> adotou o <a target="_blank" href="http://www.wordpress.org">Wordpress</a> como CMS. O portal foi lançado no mês passado e desenvolvido pela própria equipe de desenvolvimento web do <a target="_blank" href="http://www.cultura.gov.br">Ministério da Cultura</a>.</p>
<p>Essa é a prova de que é possível utilizar o <a target="_blank" href="http://www.wordpress.org">Wordpress</a> em pequenos e grandes projetos.</p>
<p>Parabéns ao <a target="_blank" href="http://www.webdf.com.br">Guilherme Aguiar</a>, coordenador do projeto, e toda a sua equipe, pois o site ficou excelente!</p>
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		<title>Como usar e-mail com elegância</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 17:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Castanho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O e-mail já faz parte da vida da maioria das pessoas, que utilizam a ferramenta como o principal meio de comunicação profissional e também pessoal. Mas você realmente sabe usá-lo de forma adequada? A etiqueta virtual recomenda algumas regras. Veja as dicas dos especialistas.“Um simples deslize em uma mensagem pode colocar por água abaixo uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O e-mail já faz parte da vida da maioria das pessoas, que utilizam a ferramenta como o principal meio de comunicação profissional e também pessoal. Mas você realmente sabe usá-lo de forma adequada? A etiqueta virtual recomenda algumas regras. Veja as dicas dos especialistas.“Um simples deslize em uma mensagem pode colocar por água abaixo uma importante negociação ou, até mesmo, provocar desentendimentos entre amigos”, explica uma das diretoras do CLIV Solution Group e especialista em gestão de talentos, Angela Sardelli.</p>
<p><span id="more-16"></span>De acordo com Angela, por mais que já faça parte da nossa rotina, a comunicação virtual deve seguir regras da chamada “etiqueta virtual”. Uma das normas é evitar mensagens longas e grandes blocos de textos comprimidos, o que dificulta a leitura do destinatário.</p>
<p>O ideal é dividir o texto em pequenos parágrafos, utilizando espaços entre eles e separando os assuntos. Apesar da correria do dia-a-dia e da aparente informalidade do e-mail, é essencial ficar atento à linguagem e à gramática, para evitar erros de português e garantir a credibilidade ao emissor.</p>
<p>Cuidados na grafia também são importantes. “Os profissionais devem evitar ainda, a todo custo, o uso de letras maiúsculas, o recurso soa como autoritarismo e falta de educação”, orienta Celina Beatriz Gazeti, também diretora do CLIV Solution Group.</p>
<p>As profissionais indicam que os campos de cópias abertas (Cc) devem ser utilizados com prudência e ética, somente sendo copiados aqueles realmente envolvidos no assunto. “Caso contrário, é passada a imagem de que a pessoa quer se promover com superiores ou denegrir a imagem de colegas”, destaca Celina.</p>
<p>A hierarquia da empresa precisa ser respeitada também na comunicação virtual: coloca-se o nome do chefe primeiro na cópia e, em seguida, dos demais, em ordem alfabética.</p>
<p>No campo “assunto”, a dica é ser sintético e usar a palavra “Urgente” somente quando for realmente necessário. Antes de encaminhar piadas, historinhas e correntes, o profissional deve pensar dez vezes, porque, além de incomodar quem as recebe, elas lotam as caixas de e-mails.</p>
<p>Para Angela, outro erro comum é os profissionais se esquecerem de criar uma nova mensagem quando o assunto não for mais compatível com o tema. E não custa reforçar que as mensagens virtuais podem ser utilizadas como documentos e provas. Portanto, cuidado. </p>
<p>“É preciso ser cauteloso. E-mail é passível de fraudes e alterações antes, durante ou depois de seu envio e recebimento, sendo vulnerável enquanto prova ou documento. De qualquer modo, já existem certificações que garantem sua autenticidade”, explica Celina.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&amp;id_conteudo=9869">http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&amp;id_conteudo=9869</a></p>
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		<title>Saiba por que os blogs não são mais brincadeira</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 17:22:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Castanho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O blog é diferente de um website tradicional. Ele não tem a seriedade de um site, que geralmente foi criado para algum fim específico, seja para divulgação, transação comercial, institucional etc.
Não se sabe exatamente quando os blogs deixaram de ser considerados “mais uma futilidade dos tempos modernos” para serem uma eficiente ferramenta de informação. Não há registro da data exata de quando esses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O blog é diferente de um website tradicional. Ele não tem a seriedade de um site, que geralmente foi criado para algum fim específico, seja para divulgação, transação comercial, institucional etc.</p>
<p><span id="more-11"></span>Não se sabe exatamente quando os blogs deixaram de ser considerados “mais uma futilidade dos tempos modernos” para serem uma eficiente ferramenta de informação. Não há registro da data exata de quando esses diários pessoais surgiram, mas especula-se que o primeiro endereço na Internet com conteúdo similar aos webblogs que conhecemos hoje apareceu em 1983.</p>
<p>Essa página não era uma versão online do diário de seu criador, Brian E. Redman, mas sim um espaço na rede para ele, juntamente com outros amigos, postarem links que levavam a outros sites</p>
<p><strong>Do diário a teses acadêmicas</strong></p>
<p>Entre os anos de 1994 a 2001, os blogs eram basicamente páginas pessoais sem nenhum compromisso de conteúdo. Eles estavam restritos basicamente aos internautas interessados em usar aqueles espaços para falar de suas vidas. Mas, com a expansão de acesso à banda larga em todas as partes do mundo, os blogs tornaram-se mais um meio de notícia e espaço para a discussão de todo ou qualquer tema.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.oreilly.com/">Tim O´Reilly</a>, considerado um dos autores que mais publicam livros sobre computação do mundo e criador do termo “Web 2.0” para designar a Internet interativa, considera que blogs são a evolução das antigas páginas pessoais.   </p>
<p>Os interessados em uma análise mais profunda do assunto encontram uma infinidade de livros sobre o tema. Dan Burstein e David Kline são autores do livro “Blog! – Como a nova revolução da mídia está mudando a política, os negócios e a cultura” (sem tradução para o português), baseado em coletânea de textos, entrevistas, comentários relacionados ao assunto.</p>
<p>No mercado editorial nacional, é possível encontrar o título “Blog – entenda a revolução que vai mudar o seu mundo”, de Hugh Hewitt, que considera a blogosfera, ou conjunto de todos os blogs do mundo, um fenônemo repentino que está alterando os hábitos das pessoas no acesso à informação. Teses acadêmicas que exploram o assunto são inúmeras, principalmente na área de Comunicação Social e linguagem.</p>
<p><strong>Passatempo que vira notícia</strong></p>
<p>Depois que os blogs firmaram-se como mais uma fonte de informação, eles tornaram-se trabalho constante para muitos profissionais que antes sequer tinham intimidade com a Web. Em evento sobre tendências da mídia na Internet em junho de 2007, Ricardo Noblat disse que sequer conhecia o que era um blog. Jornalista experiente com trânsito entre políticos de Brasília, Noblat falou que só iniciou um blog porque fizeram um para ele. Na época, ele não tinha a menor idéia de como atualizar a página com novos textos. Hoje, o <a target="_blank" href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/">blog do jornalista</a> é o mais acessado no País, segundo pesquisa do Technorati.</p>
<p>Porém, fazer jornalismo em blogs não significa dizer o que bem entende, sem responsabilidade alguma. A maioria dos portais de notícias do mundo mantêm uma seção de blogs, preenchida com os nomes mais importantes de sua redação. A diferença do trabalho exercido nesses casos é a liberdade no trato do assunto, da linguagem empregada, dos recursos audiovisuais e do espaço de postagem praticamente ilimitado.</p>
<p>O jornalista Rui Maciel, que escreve para o blog de tendências e novidades em tecnologia TechGuru (<a target="_blank" href="http://www.techguru.com.br/">http://www.techguru.com.br/</a>), diz que quando se tem uma página como profissão, “o segredo, como em qualquer outro veículo jornalístico, é trazer a informação correta, sempre que possível em primeira mão, ser claro e objetivo”.</p>
<p>Antes de escrever para blog, Maciel trabalhou em vendas e também na área de tecnologia. Depois que se formou em Jornalismo, escreveu sobre cultura e variedades até começar cobrir o setor de Tecnologia da Informação.  Hoje, atualizar a página e “pensar” o TechGuru é a sua principal atividade profissional.</p>
<p>Ele ressalta os recursos multimídia que um blog oferece. “A principal vantagem é a possibilidade de o blog não contar com um formato quadrado, em que a notícia tem de sair sob um determinado padrão, tanto visual quanto escrito. Você pode mudar o formato do conteúdo. Há posts que privilegiam a imagem, outros que dão preferência ao texto e outros que focam o vídeo”.</p>
<p><strong>Cada vez mais sério</strong></p>
<p>Em 2006, autoridades do Sudão expulsaram três membros da ONU (Organização das Nações Unidas) que estavam em missão oficial ao país porque um deles criticou o governo local e grupos rebeldes em seu seu blog. Jan Pronk era o principal comandante da missão em cargo e recebeu um prazo de três dia para deixar o país.</p>
<p>Já no Ocidente rico e desenvolvido, um dos economistas de mais alto cargo do FMI (Fundo Monetário Internacional) &#8211; Simon Johnson, responsável pelo departamento de pesquisas &#8211; acaba de lançar um <a target="_blank" href="http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&amp;id_conteudo=9206">blog</a> em que pretende escrever sobre economia global, principalmente para pessoas que &#8220;não estão presentes em coletivas de imprensa&#8221;.</p>
<p>O lançamento da página virtual surgiu para aproveitar um acontecimento do ciclo de conferências do FMI e do Banco Mundial em Washington. Johnson pretende usar o espaço para receber perguntas e comentários sobre o evento. Ele deixa evidente que jornalistas são bem-vindos, mas o foco principal do blog é conversar diretamente com pessoas que estão no dia-a-dia das reuniões. Johnson não exclui a possibilidade de postar sobre as outras atividades do FMI.  Os comentários enviados pelos leitores são selecionados antes da publicação. </p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia_especial.php?id_secao=17&amp;id_conteudo=503&amp;id_coluna=2">WNews</a>, por Filipe Pacheco</p>
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		<title>Como bloquear sites que geram perda de produtividade no trabalho</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 17:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Castanho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao mesmo tempo que a Internet facilitou a vida das empresas, interligando parceiros e permitindo transações de negócios online, ela também contribuiu para reduzir a produtividade dos funcionários pelo mau uso da Rede.
Muitos empregados aproveitarem o horário do expediente para atualizar blogs, bater papo com amigos via messenger, fazer download (vídeos e músicas) e entrar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao mesmo tempo que a Internet facilitou a vida das empresas, interligando parceiros e permitindo transações de negócios online, ela também contribuiu para reduzir a produtividade dos funcionários pelo mau uso da Rede.</p>
<p>Muitos empregados aproveitarem o horário do expediente para atualizar blogs, bater papo com amigos via messenger, fazer download (vídeos e músicas) e entrar em outros tipos de sites não relacionados com o trabalho. Há várias soluções no mercado que controlam o acesso dentro das companhias. Algumas fazem controle total ou parcial, conforme exemplos listados pelo <strong>WNews</strong>.</p>
<p><span id="more-10"></span>Atualmente, 97% dos funcionários que têm acesso à rede corporativa usam seus PCs para acessar sites não relacionados ao trabalho, revela o estudo WebWork 2007, realizado pela Websense com 400 corporações de países da América Latina, incluindo o Brasil.</p>
<p>A mesma pesquisa mostra empregados de companhias brasileiras passam uma média de 5,9 horas por semana navegando na Web no ambiente de trabalho. Esse tempo equivale a 71 minutos por dia, ou seja, mais de uma hora.</p>
<p>Entre os sites mais acessados no ambiente de trabalho estão os de bancos, de e-mails pessoais, como Gmail, Yahoo! E Hotmail. A pesquisa da Websense também aumento em 2007 do uso dos programas de mensenger e dos portais de relacionamento como Orkut e da página de compartilhamento de vídeo YouTube.</p>
<p><strong>Política correta </strong></p>
<p>Com aumento das invasões, as empresa passaram a se preocupar com acesso Internet, pois o donwload de um arquivo ou visita a sites como os pornográficos pode abrir portas para entrada de códigos maliciosos e ameaçar a segurança da rede corporativa. Por isso, muitas companhias implantaram soluções de gerenciamento da rede para evitar o mau uso de seus computadores.</p>
<p>Entretanto, especialistas aconselham que antes de adotarem soluções que monitoram o acesso, as companhias comuniquem a medida aos funcionários. “Eles têm de estar cientes de que a navegação por alguns sites trazem ricos para a empresa”, diz Emerson Moraes, sócio da Skylan Technology, que presta consultoria nesta área.  </p>
<p>Moraes observa que, além das questões de segurança, as empresas gastam com hardware fazendo backup de arquivos não relacionados ao trabalho, como é o caso dos downloads de música e vídeo. Por isso, diz que os funcionários devem ser conscientizados de que estão sendo controlados.</p>
<p>O executivo diz que o ideal é que a empresa faça um contrato e entregue aos colaboradores, informando as novas determinações e possíveis punições para evitar problemas futuros.</p>
<p>Orácio Kuradomi, diretor da Micro Frequency, que desenvolveu o ÚnicoNet, um sistema corporativo para gerenciamento da Internet em empresas, constata que muitas empresas estão tentando controlar o acesso a sites não relacionados com o trabalho.</p>
<p>Ele afirma que algumas soluções do mercado permitem fazer o bloqueio total ou parcial dessas páginas. “Dependendo da política da empresa, a visitação ao Orkut, por exemplo, pode ser liberada apenas no horário do almoço”. Esse modelo também pode ser adotado para sites de Internet Banking, notícias e outros que a empresa queira liberar para seus funcionários de forma controlada.</p>
<p><strong>Ferramentas de bloqueio</strong></p>
<p>As empresas vão encontrar no mercado várias soluções para bloqueio do acesso à Internet. Algumas dessas ferramentas possibilitam que as companhias barrem o acesso a determinados sites logo na entrada da rede, evitando que os servidores fiquem sobrecarregados.</p>
<p>É a empresa que programa o que deve ser bloqueado pode ser por categoria como sites de relacionamentos (Orkut, MySpace e outros) mensageria (messengers), shopping (sites de compras oline), pornográficos e rede de peer to peer (download de música e vídeo)</p>
<p>A empresa pode criar a sua lista de filtros conforme suas políticas de segurança. Por meio dessas ferramentas, o administrador da rede passa a acompanhar as estações de trabalho.</p>
<p>Gustavo Azambuja, gerente de operações da Panda, diz que as pessoas ficam muito tempo no trabalho e que é natural que elas queiram usar seus PCs para atividades pessoais, mas que a falta de controle acaba trazendo problemas para as empresas.</p>
<p>Além de perda de produtividade, a navegação em sites não relacionados com trabalho sobrecarregam os servidores e torna a rede lenta, o que obriga as companhias a investirem mais em hardware e banda.</p>
<p>As ferramentas de bloqueio à Internet disponíveis no mercado atendem tanto empresas grandes quanto as pequenas. Os preços variam de acordo com a quantidade de estações a serem monitoradas.</p>
<p><strong>Tecnologias para monitoramento</strong></p>
<p>• Isa Server, da Microsoft – É uma solução de segurança de borda que inclui firewall de múltiplas camadas, Web Proxy e VPN, criada para proteger as empresas contra as ameaças oriundas da Internet e gerenciar o acesso.</p>
<p>• Websense Web Security Suíte, da Websense – Protege a empresa contra ameaças de Internet e bloqueia acesso a sites, gerenciando sistemas de mensagens instantâneas e uso dos recursos de TI.</p>
<p>• Gate Defender Performa, da Panda – Appliance (Hardware) que permite definir os perfis de usuários da rede de acordo com o que eles precisam acessar na rede para desempenhar seu trabalho. Fica instalado no perímetro da rede, antes do firewall.</p>
<p>• ÚnicoNet, da Micro Frequency- Permite que o administrador bloqueie o acesso a websites, controle a entrada e saída de e-mails de todas as contas da empresa e monitore em tempo real conversas realizadas pelo messenger, entre outras funções.</p>
<p>• Squid – servidor Proxy de código aberto que possibilita o compartilhamento do acesso à Internet entre PCs da rede e também restringe entrada em determinados.</p>
<p>• Surf Control da Surf Control, adquirido pela Websense &#8211; Software gerencia sites que estão sendo acessados em tempo real pelos usuários da rede.</p>
<p>• Oriun, da Skylan Technology, programa sites que os usuários podem acessar por horário e filtra os endereços proibidos, fornecendo relatórios para os administradores de rede.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia_especial.php?id_secao=17&amp;id_conteudo=538&amp;id_coluna=12">WNews</a></p>
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