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	<title>e-Castanho Informática e Idiomas &#187; sites</title>
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		<title>Como bloquear sites que geram perda de produtividade no trabalho</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 17:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Castanho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
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Muitos empregados aproveitarem o horário do expediente para atualizar blogs, bater papo com amigos via messenger, fazer download (vídeos e músicas) e entrar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao mesmo tempo que a Internet facilitou a vida das empresas, interligando parceiros e permitindo transações de negócios online, ela também contribuiu para reduzir a produtividade dos funcionários pelo mau uso da Rede.</p>
<p>Muitos empregados aproveitarem o horário do expediente para atualizar blogs, bater papo com amigos via messenger, fazer download (vídeos e músicas) e entrar em outros tipos de sites não relacionados com o trabalho. Há várias soluções no mercado que controlam o acesso dentro das companhias. Algumas fazem controle total ou parcial, conforme exemplos listados pelo <strong>WNews</strong>.</p>
<p><span id="more-10"></span>Atualmente, 97% dos funcionários que têm acesso à rede corporativa usam seus PCs para acessar sites não relacionados ao trabalho, revela o estudo WebWork 2007, realizado pela Websense com 400 corporações de países da América Latina, incluindo o Brasil.</p>
<p>A mesma pesquisa mostra empregados de companhias brasileiras passam uma média de 5,9 horas por semana navegando na Web no ambiente de trabalho. Esse tempo equivale a 71 minutos por dia, ou seja, mais de uma hora.</p>
<p>Entre os sites mais acessados no ambiente de trabalho estão os de bancos, de e-mails pessoais, como Gmail, Yahoo! E Hotmail. A pesquisa da Websense também aumento em 2007 do uso dos programas de mensenger e dos portais de relacionamento como Orkut e da página de compartilhamento de vídeo YouTube.</p>
<p><strong>Política correta </strong></p>
<p>Com aumento das invasões, as empresa passaram a se preocupar com acesso Internet, pois o donwload de um arquivo ou visita a sites como os pornográficos pode abrir portas para entrada de códigos maliciosos e ameaçar a segurança da rede corporativa. Por isso, muitas companhias implantaram soluções de gerenciamento da rede para evitar o mau uso de seus computadores.</p>
<p>Entretanto, especialistas aconselham que antes de adotarem soluções que monitoram o acesso, as companhias comuniquem a medida aos funcionários. “Eles têm de estar cientes de que a navegação por alguns sites trazem ricos para a empresa”, diz Emerson Moraes, sócio da Skylan Technology, que presta consultoria nesta área.  </p>
<p>Moraes observa que, além das questões de segurança, as empresas gastam com hardware fazendo backup de arquivos não relacionados ao trabalho, como é o caso dos downloads de música e vídeo. Por isso, diz que os funcionários devem ser conscientizados de que estão sendo controlados.</p>
<p>O executivo diz que o ideal é que a empresa faça um contrato e entregue aos colaboradores, informando as novas determinações e possíveis punições para evitar problemas futuros.</p>
<p>Orácio Kuradomi, diretor da Micro Frequency, que desenvolveu o ÚnicoNet, um sistema corporativo para gerenciamento da Internet em empresas, constata que muitas empresas estão tentando controlar o acesso a sites não relacionados com o trabalho.</p>
<p>Ele afirma que algumas soluções do mercado permitem fazer o bloqueio total ou parcial dessas páginas. “Dependendo da política da empresa, a visitação ao Orkut, por exemplo, pode ser liberada apenas no horário do almoço”. Esse modelo também pode ser adotado para sites de Internet Banking, notícias e outros que a empresa queira liberar para seus funcionários de forma controlada.</p>
<p><strong>Ferramentas de bloqueio</strong></p>
<p>As empresas vão encontrar no mercado várias soluções para bloqueio do acesso à Internet. Algumas dessas ferramentas possibilitam que as companhias barrem o acesso a determinados sites logo na entrada da rede, evitando que os servidores fiquem sobrecarregados.</p>
<p>É a empresa que programa o que deve ser bloqueado pode ser por categoria como sites de relacionamentos (Orkut, MySpace e outros) mensageria (messengers), shopping (sites de compras oline), pornográficos e rede de peer to peer (download de música e vídeo)</p>
<p>A empresa pode criar a sua lista de filtros conforme suas políticas de segurança. Por meio dessas ferramentas, o administrador da rede passa a acompanhar as estações de trabalho.</p>
<p>Gustavo Azambuja, gerente de operações da Panda, diz que as pessoas ficam muito tempo no trabalho e que é natural que elas queiram usar seus PCs para atividades pessoais, mas que a falta de controle acaba trazendo problemas para as empresas.</p>
<p>Além de perda de produtividade, a navegação em sites não relacionados com trabalho sobrecarregam os servidores e torna a rede lenta, o que obriga as companhias a investirem mais em hardware e banda.</p>
<p>As ferramentas de bloqueio à Internet disponíveis no mercado atendem tanto empresas grandes quanto as pequenas. Os preços variam de acordo com a quantidade de estações a serem monitoradas.</p>
<p><strong>Tecnologias para monitoramento</strong></p>
<p>• Isa Server, da Microsoft – É uma solução de segurança de borda que inclui firewall de múltiplas camadas, Web Proxy e VPN, criada para proteger as empresas contra as ameaças oriundas da Internet e gerenciar o acesso.</p>
<p>• Websense Web Security Suíte, da Websense – Protege a empresa contra ameaças de Internet e bloqueia acesso a sites, gerenciando sistemas de mensagens instantâneas e uso dos recursos de TI.</p>
<p>• Gate Defender Performa, da Panda – Appliance (Hardware) que permite definir os perfis de usuários da rede de acordo com o que eles precisam acessar na rede para desempenhar seu trabalho. Fica instalado no perímetro da rede, antes do firewall.</p>
<p>• ÚnicoNet, da Micro Frequency- Permite que o administrador bloqueie o acesso a websites, controle a entrada e saída de e-mails de todas as contas da empresa e monitore em tempo real conversas realizadas pelo messenger, entre outras funções.</p>
<p>• Squid – servidor Proxy de código aberto que possibilita o compartilhamento do acesso à Internet entre PCs da rede e também restringe entrada em determinados.</p>
<p>• Surf Control da Surf Control, adquirido pela Websense &#8211; Software gerencia sites que estão sendo acessados em tempo real pelos usuários da rede.</p>
<p>• Oriun, da Skylan Technology, programa sites que os usuários podem acessar por horário e filtra os endereços proibidos, fornecendo relatórios para os administradores de rede.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a target="_blank" href="http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia_especial.php?id_secao=17&amp;id_conteudo=538&amp;id_coluna=12">WNews</a></p>
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